Inferência

Sonho a flor de teu quintal

Banhado a luz de teu passar

Deveras a desejar

O doce néctar do seu tocar

 

Não invejas ao te ver

Só desejas a ter

O perfume tão lívido

Que exalas de teu ser

 

Se me perco em teu terno olhar

Nego me a tua voluptuosa inocência

Imerso me a súplica de ter subsistência

 

Vinde a mim, vende a mim, vem de mim

 

Das lembranças tão tênues

Tão vívidas, tenaz

Tua clara e fina silhueta me desfaz

 

Vence comigo, vem em ser comigo, vem ser comigo

 

Qual descaso a te açoitar

Não releva me à divagar?

 

Concedo-me, quão cedo te és?

Quão doce és ti.

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