Arquivo do mês: janeiro 2012

Chuva

Passa, seca, ao passo que se esvai

Entre os impasses se consolida

A retilíneidade luta contra sí em seu declínio

Soberbamente, varia a praxe

 

É finita presa ao toque  de sua lápide incolor

Abraça o colo que não toca no leito da calmaria

Soluto na resignação  da salubridade

Encontra o deleite fúnebre de seu espelho

 

A soada plácida, torna-te o trovejo onde forram o teu berço

Espero-te com esmero

Por sede

De minh’alma

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