Sapato

Passeando na poça, passo que o impermeável permeia empossado
Luto paro o cadafalso seguir isolado
desfaço o caso, descalço, pra ser inato
Inapto, escolhem os arautos dos exatos

Mas onde a chama, posto do que é plana a sede de flanar
Inflama e clama por fome de enredar
Torna pleno o entorno prolixo
O lixo seguido sem guizo pra guiar

Sento e sinto a nobreza da calçada
Calcada a levar a elevada premissa de gente omissa
Que insiste em te desprezar

Tal qual o ornejo que o ensejo se denota
Planejo e vejo o voltar que me invoca
Amarro o caso que calço por simples ato de sonhar

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